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Profissões do futuro: quebra de paradigmas

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As profissões do futuro requerem inovação para que se mude toda a estrutura de pensamento existente.

 

Inovação

Como significado, podemos entender que a inovação é a ação ou o ato de inovar.

No qual se propõe modificar antigos processos, serviços e produtos, é um ato ou efeito de renovação ou criação de uma novidade.


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Porém, para que seja encarada como um processo inovador, é necessário que o “novo” seja inserido na sociedade.

Ou seja, que a “criação” seja utilizada pela sociedade.

 

Mudando o paradigma

A inovação, como mudança de paradigma, pode acontecer dentro de diversos ambientes (uma empresa, mercado, setor ou para o mundo).



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Na verdade, é possível que uma determinada ideia já possa existir em algum lugar, que tenha potencial para a resposta específica de um determinado problema.

Porém pode ainda não ter entrado em modo de execução ou fomentada por uma empresa específica.

 

A evolução tecnológica

A evolução tecnológica está acelerada, em uma velocidade superior ao da evolução natural das coisas.

Em uma reflexão simples e direta, basta pensar nas tecnologias que eram utilizadas há cinco anos atrás e, a sua utilização atual, que hoje parece ser obsoleta, ou ultrapassada, tecnologicamente.

Porém, o que deve estar no cerne do pensamento, e ser o foco primordial, é que essas tecnologias propiciam a mudança na forma como o ser humano se relaciona com o meio.

 


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As profissões do futuro: é preciso ver as novidades

Tecnologias como inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, big data, IoT (internet das coisas), Blockchain, cidades inteligentes, são exemplos de inovações que tendem a permear o cotidiano do ser humano no futuro.

Além do mais, é possível alegar que as evoluções tecnológicas possibilitam a descoberta e abertura de campos e mercados antes inimagináveis.

 

A demanda: como será com as profissões do futuro?

Um termo muito interessante e que permeia as discussões acerca da inovação é o termo conhecido como “disruptura tecnológica”.

Que tem a ver com a criação de um modelo de negócios completamente diferente dos tradicionais de um determinado segmento.

Não obstante, a disruptura tecnológica apresenta a possibilidade de oferecer um serviço de melhor qualidade, possivelmente com preços mais acessíveis e competitivos no mercado.

Ou mesmo que atendam uma demanda que não é atendida pelos serviços atuais.

 

Preparando o campo para as profissões do futuro

Desse modo, o ser humano deve se moldar para as exigências que o futuro deve produzir.

As relações interpessoais devem ser repensadas. O trabalho em conjunto, compartilhado é algo que deve ser inserido no contexto das sociedades inovadoras.

O profissional do futuro deve demonstrar habilidades que não estejam apenas no âmbito técnico.

Ou seja, do ato de fazer cumprir com as suas obrigações determinadas por sua especificidade.

 

As habilidades pedem flexibilidade

Aspectos como flexibilidade cognitiva, que envolve reformular as maneiras de pensar, o ato da negociação e orientação de serviço.

O ato tomar o julgamento e decisões com inteligência emocional, aliado ao trabalho em conjunto e partilhado, de modo que se possa gerir pessoas com criatividade, levará à uma melhor compreensão, além da expansão, dos interesses tanto pessoais quanto profissionais.

Essas habilidades não são apenas técnicas, mas sim de caráter pessoal.

 

O profissional do futuro: preparando-se para as profissões do futuro

Ao profissional do futuro, cabe o entendimento e elucidação dos complexos problemas relacionados aos sistemas das sociedades.

Trazer boas escolhas e respostas para os problemas dos microuniversos dentro das instituições e organizações públicas e privadas, além de empresas, são pilares que devem ser alcançados.

 

O ser humano e suas habilidades

As habilidades do futuro são primordialmente habilidades humanas.

Porém a forma que se aprende hoje não está condizente com as necessidades vindouras da sociedade.

É importante salientar que o domínio por si só da tecnologia não será mais um diferencial, mas algo que deverá ser intrínseco ao aprendizado.

 

Os desafios para as profissões do futuro

Desse modo, o importante pensar que o diferencial será saber lidar com o novo, com os desafios e as mudanças que irão surgir, tendo como base um pensamento crítico.

Não obstante, os entes participativos no processo de ensino/aprendizagem, quer sejam as instituições de ensino públicas e/ou particulares, o governo e as empresas, são atores primordiais para a mudança e ruptura de paradigmas educacionais atuais.

Uma vez que há a necessidade de os mesmos propiciarem ambientes que estimulem a aprendizagem e não apenas o cuidado com a transcrição literal dos saberes técnicos.

As capacidades e valores devem ser associados aos processos de ensino.

 

Constante reciclagem

Inovar, então, deve ser o ato de recriar formas de pensamentos e de uma nova visão que forcem disruptura desse sistema econômico-social arcaico.

Há uma necessidade urgente da quebra de paradigmas de uma sociedade autocrático, guerreira e patriarcal para uma sociedade democrática, em rede e horizontal.

Criar novos comportamentos sociais, com a possibilidade de sistemas que se autorregulem, num formato e visão hierárquica horizontal.

 

A democracia

A sociedade deve pensar e agir sob a égide de processos democráticos, tendo como base que os mesmos tenham um caráter de processo inovador.

Este devem estar alinhados em uma visão holística do meio, sempre na busca de trabalhar em um formato sustentável e ambientalmente correto.

Daí decorre uma possível quebra de paradigmas sociais e econômicos, na busca de um novo futuro promissor.

 

Necessidades de hoje e para o futuro

A colaboração e inclusão são as chaves da mudança, estas vistas como as habilidades essenciais para o futuro.

A colaboração deve existir e seu trabalho deve ser pautado no pensamento em rede, no formato horizontal de atuação.

Desenvolver as habilidades humanas são essenciais.

 

As profissões do futuro: as mudanças são necessárias já no presente

Isso posto, que demonstrem especificamente a diferença, pois o pensamento social é altamente intrincado, com vieses os mais variados possíveis.

É importante salientar que os fluxos de trabalho atuais são de extrema complexidade, ou melhor, trabalhar em equipe exige que as pessoas interajam sob diversos formatos.

O ambiente de trabalho e o executor de tarefas devem estar em consonância e de maneira inteligente, unidos para a resolução dos problemas.

As interações de trabalho devem ser mais intuitivas e interativas, de forma que propiciem um melhor desempenho e qualidade superior nas funções exercidas.

 

Foco nas habilidades

Destarte, é ponderado evidenciar que as habilidades sociais e a metodologia de ensino/aprendizagem atual devem ser repensadas, inteiramente reinventadas.

Para que os futuros profissionais possam ser inseridos nos processos inovadores cognitivos e que eles gerem mudanças factuais na sociedade.

Além do mais, a valorização cognitiva, ou seja, a forma de ver o mundo pelo ser humano, deve ser repensada, para as novas resoluções dos problemas do futuro.

 

Novas profissões, novo panorama

Novas profissões devem surgir que supram as necessidades futuras.

Assim, há uma necessidade atual urgente da quebra de paradigmas de uma sociedade autocrática, guerreira e patriarcal para uma sociedade democrática, em rede e horizontal.

 

 

Esse texto sobre Profissões do futuro: quebra de paradigmas foi criado por George Ribeiro.


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