Futuro do Dinheiro: 7 tecnologias que vão mudar o dinheiro

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Vamos falar de tecnologia, que possa ajudar na mobilidade das pessoas e na circulação de valores, de forma mais ágil e ecológica. Qual a relação desta temática com a inteligência artificial? Qual será o futuro do dinheiro, quais tendências e tecnologias se revelam?

 

A origem do dinheiro

O dinheiro surgiu conjuntamente com a agricultura, quando historicamente passaram a existir excedentes, e esses excendentes eram trocados (escambo; moeda-mercadoria) entre as pessoas.

Isso depois na Era Moderna evoluiu para o sistema produtivo conhecido como mercantilismo, ocorrido primariamente na Europa na Baixa Idade Média, no contexto de transição/transicional da sociedade para o sistema da Burguesia e no surgimento das cidades a partir dos chamados “nós” onde ocorriam as feiras para as trocas de produtos.


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Portanto, com isso, com o passar do tempo, foram sido criadas as moedas de metal; cartas e papeis (tipo cheque; nota promissória); que evoluíram continuamente até hoje, período na qual elas são digitalizadas, e mais ainda, digitais, com as chamadas criptomoedas.

 

O dinheiro e a economia

ECO quer dizer casa; NOMIA é gestão; a economia tá muito associada, interligada com a escassez;

FIAT LUX em latim – faça-se a luz – dinheiro fiduciário – decorrente do poder de expropriação econômica do governo que detém o monopólio da força através do Contratualismo, a exemplo da ideia de Leviatã do filósofo Thomas Hobbes (que também escreveu justamente a obra Do Cidadão), e demais autores (ex. John Locke; Rousseau; Diderot e Delambert; Voltaire) referentes ao movimento conhecido como Iluminista.



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Nesta sistemática, o povo abriu mão da sua Liberdade total razoavelmente em prol de um sistema comunitário visando a paz e a convivência “civilizada” em sociedade, para que fosse possível a existência em sociedade, posto que Podemos pensar essa transição do/no contexto histórico como necessária frente a “barbárie” presente nas sociedade pré-estatais, e frente aos horrores ocorridos durante o Feudalismo.

 

A comprovação do lastro do dinheiro

O lastro do dinheiro já foi ouro, deixando de existir na década de 1940 nos EUA, associado com a II Guerra Mundial, e a necessidade de produção de aeronaves para a Guerra – aí foi feito um acordo com a sociedade para utilizar esse ouro com essa finalidade.

Então o dinheiro é criado sobre o débito, que se chama debêntures – e aqui há a questão, o problema da inflação – relativamente à quantidade de dinheiro/moeda que circula – mais moeda, maior poder de compra, e ai tem-se a necessidade de aumentar a taxa de juros para que a população pondere melhor a respeito de pegar empréstimos junto às instituições bancárias.

 

A financeirização da sociedade

Esse é o fenômeno do Financeirização:

  • há uma Floresta; corta a madeira – maior valor agregado;
  • se transforma num móvel- o valor de Mercado aumenta ainda mais;

E aqui se dá a desigualdade quanto à distribuição dos recursos existentes;


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Ou seja, transformação das matérias primas em produtos, estruturados;

Isso é relacionado com a necessidade de crescimento constante infinito da economia, do PIB – Segundo o Wikipedia, o Sistema capitalista, primordialmente os bancos, já quebraram mais de 280 vezes – não haveria uma alternativa?

O dólar hoje é o lastro do mundo, mas quais seriam as opções que atualmente existem para tentar/na tentative de se contornar esse problemas?

 

Moedas complementares, moedas alternativas, moedas sociais

As moedas complementares e socias: elas servem para gerar uma economia a nível local, regional, por ex. Proveniente de reciclagem.

Então essa regiões onde antes não havia nada, essas moedas chegam para dar abundância, numa prespectiva e abordagem de abundância, pois elas focalizam a capacidade e o trabalho das pessoas da comunidade.

Então esse credito não é o fiduciário, é o chamado crédito mútuo – porque aqui é baseado na confiança das pessoas entre si (ex. Fiado) e não numa isntituição hierarquicamente superior como um governo ou um banco.

O Brasil é o país com maior número de moedas complementares, ultrapassando a soma de 300; e uma vantage é que essa moedas circulam exponencialmente e circularmente mais rápido porque só são utilizadas naquele espaço em específico.

 

A experiência das moedas comunitárias

Então hoje em dia você pode criar sua própria moeda e funciona para troca de serviços também internamente a aquele grupo social – a criação dessas moedas comunitárias funciona através de “Ciclos”; e você utiliza o aplicativo conectado a isso, e pode utilizar também QRCodes.

Essa moeda é indicada para essa comunidades mais carentes e com menor acesso a tecnologia justamente por ter caracteristicas simples e de fácil utilização; e aí tem-se o problema suplementar da gestão dessa moeda – é necessário que haja bastante transperência pela confiança na qual o Sistema de “crédito mútuo” se embasa.

Então isso é a governança relativa à moeda – o objetivo não é que exista um chefe da moeda, um presidente.

É focalizado num modelo um tanto quanto que mais horizontalizado.

 

Organização Orgânica O2

O conceito de O2 – Organização orgânica, inventado pela empresa brasileira Tiger Stell; é um modelo open source.

E você poderia utilizar também blockchain ou outras tecnologias correlatas a isso, pelo que Blochchain é uma espécie de Criptomoeda.

 

Fundos comunitários

Ademais, a ideia, alternativa de fundos comunitários para o enfrentamentos dos desafios propostos no cenário atual requer o devido estudo para a sua correta implementação/implantação por parte dos poderes públicos, em escala global, e a nível mundial e também Regional;

Com isso, sumariamente, já se adianta de antemão que as palestras assistidas detiveram tons extremamante didáticos, interessantes, apontando-se questões abrangentes e concisas sobre a ótica dos mais diversos e relevantes temas, desde o decorrer da história até o contexto atual dos mesmos.

Ademais, percebeu-se que as presentes palestras como claras e diretas, e circulares, o que pode ser visto através dos comentários diretamente transcritos das palestras assistidas além das reflexões críticas interdisciplinares pensadas/vislumbradas por esta autora.

 

O futuro com o blockchain

Sobre a tecnologia blockchain, necessário se faz apontar a sua interdisciplinariedade, pois, se tratando diretamente de uma moeda, um capital, o seu uso é cada vez maior e mais vislumbrado, no âmbito de diversas áreas.

Contratos (smart contracts); urbanismo/arquitetura e construção/engenharia civil com economia de recursos (Smarty Cities); transporte público e acessibilidade; comunicação de produção científica na esfera da biblioteconomia e da ciência da comunicação e logística; na indústria musical do entretenimento, Seguros, viagens e gamificação; Mercado de capitais internacional, seguros e de valores mobiliários; carros elétricos e independentes; parâmetros competitivos, e ademais, até para a segurança alimentar e como ferramenta de sustentabilidade.

O Blockchain hoje em dia é utilizado como um Bem de valor exponencialmente estratégico e atualizado no contexto das Empresas; Pode-se inclusive vender esse tipo de produto financeiro (criptomoedas e bitcoins) nas Bolsas de Valores ao redor do mundo como “títulos de crédito transferíveis e mercantilizáveis”.

Constituem em verdadeiros instrumentos de Mercado, e de valoração do capital empresarial no sentido de medição, constatação, averiguação, e balanceamento deste último.

 

Dinheiro e Internet das Coisas

Ademais, não se pode ignorar ou esquecer a correlação do assunto acima tratado referente a Blockchain, com primordialmente à Inteligência artificial, e a IOT – Internet das coisas.

Também sobre os usos possível relativos à IA, esses são múltiplos e diversificados: prospecçnao tecnológica e patenteamento; Mercado de sáude, beleza e cuidado (Caso Boticário no Brasil); indústria e Mercado da música; em setores de RH – Recursos Humanos; cyberseguridade, identificação e intercâmbios-trocas humano-digitais; Marketing digital e comunicacional; E até produtos financeiros (financing trading).

Com isso, finalmente, percebe-se as interligações íntimas no campo tecnológico e da inovação, sendo necessário compreender esses mundos como promotores e aliados de/a mudança social, e para a erradicação das misérias e mazelas da sociedade contemporânea, que envolve crises sócio-econômicas, sanitárias, educacionais, etc..

 

Como podemos nos envolver em relação ao futuro do dinheiro?

Para tanto, é preciso mobilizar a nova geração (pós Geração Y; até após a chamada geração dos Myllenials) na construçnao de uma sociedade mais atualizada, engajada e solidária, no sentido do desenvolvimento de “humanidades, e novas descobertas”, bem como que das chamadas “soft skills” que remetem essencialmente à habilidades de inteligência emocial, e trabalho em grupo/equipe.

Dessa forma, repensar sobre o lugar da desburocratização de sistemas, bem como que o papel do Administrador Público enquanto Gestor, de recursos, materiais e pessoais, é essencial para a ocorrência de modificações de paradigmas e dogmas, fazendo com que se enfrente e se ultrapasse momentos como esse que estamos vivendo/vivenciando hoje em dia.

Assim, o Sistema político de estratégias públicas há de se reinventar em períodos/momentos como este que presentemente enfrentamos, implementando-se os chamados EPI’s (elementos promotores de Inovação – sendo eles extrínsecos e intrínsecos), enquanto “ingredientes a serem trabalhados nos Ecossistemas”, a exemplo do “Genoma de Inovação”, inventado (proteção regular por direitos autorais) pelo palestrante, conferencista Marcelo Vivacqua, no Congresso Brasileiro de Inovação.

E elucidativo aqui ora tratar sobre a Inovação e o seu Modelo de Cinco Hélices nos ambientes Inovativos, que convoca o Mercado da mídia no seu papel na formação da opinião pública e como modificador social (quarta hélice); e trazer a ideia tangente a esta Quinta Hélice relativamente ao Desenvolvimento Sustentável e ao aumento da Qualidade de Vida, na linha de pensamento dos Objetivos/Agenda de transformação 2030 ODS da ONU em prol da Biodiversidade, e Preservação/Conservação.

Este artigo sobre tecnologias e o futuro do dinheiro foi escrito por Giovana Sampaio.

 


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