Velocidade: uma das regras de ouro da dinâmica competitiva

Organizações inteligentes estão desenvolvendo novos produtos e serviços num ritmo tão acelerado que pode ser considerado quase que instantâneo. Isso para não falar quando criam novos processos e novos negócios inteiramente do zero, o que identificamos como inovação total. Isso tudo só é possível, graças as parcerias de negócios que se proliferam continuamente e com o compartilhamento de conhecimento que possibilita unir esforços para o atingimento de objetivos comuns. Aliás, esse último talvez seja o grande ingrediente, o segredo por detrás desse avanço.

Novas ideias surgem. Já se foi o tempo em que as estratégias de negócio praticamente vinham prontas, bastando aplicá-las em conformidade com o mercado. Em tempos modernos, esta espécie de rigidez não é mais válida e, tampouco, aceitável. Terceirizar atividades, fazer parcerias ou elevar o nível de estoques são coisas que devem ser encaradas como decisões triviais. Ou seja, devem fazer parte das competências essenciais dos gestores. O desafio reside em identificar dentro de um escopo complexo de variáveis como fazer para criar desempenho e obter vantagem competitiva.

É extremamente natural que diversos gestores estejam aumentando seu apetite pelo risco, e isso não é novidade e, tampouco, pode ser considerado imprudente. Riscos e incertezas sempre existiram e sempre hão de existir, pois são coisas que existem para nivelar o mercado ou, de forma mais direta, existem por conta dos limites naturais do planeta. Embora sejam um regulador de mercado e causadores de desconfiança e temeridade, eles devem ser encarados com muita responsabilidade e atitude. Prudência é sempre recomendável, mas predisposição aos riscos e às incertezas é essencial.

Graças a essa nova mentalidade, muitas empresas e muitos gestores estão colhendo bons frutos. estão arriscando mais em todos os sentidos. Parcerias diversas, benchmarking, redes de colaboração. Os processos de inovação surgem nos quatro cantos do planeta numa velocidade incrível. A velocidade entra nesse contexto como uma das regras de ouro para a dinâmica competitiva dos diversos setores de mercado. Empresas bem sucedidas sabem da importância de identificar oportunidades e ofertar ao mercado novos produtos e novos serviços. Inclusive, operações inteiras totalmente novas.



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A pedra angular desse processo é a inovação. Sendo a concorrência mais acirrada do que nunca, com o mercado asiático em franco crescimento e tecnologias emergentes se popularizando, novos modelos de negócio emergem. Gestores e organizações estão cientes dos desafios que virão e sabem que a velocidade pode fazer a diferença.


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Diego Felipe Borges de Amorim

Bacharel em Administração - Faculdade Equipe (FAE - Sapucaia do Sul RS). Especialista em Gestão de Negócios - Universidade Luterana do Brasil (ULBRA - Canoas RS), Consultoria e Planejamento Empresarial pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Pós graduando em Planejamento Empresarial e Finanças pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Atualmente é técnico administrativo da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS). Colunista da Revista N&C e do portal Administradores.com. Profissional com experiência na iniciativa pública e privada. Acredita no poder das novas tecnologias para o avanço do conhecimento e na ruptura da forma tradicional de aprendizagem. Também acredita no poder das tecnologias livres para maior liberdade, inclusão e progresso humanos e na extrema importância da disseminação do conhecimento através de plataformas de ensino livres.

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