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Planejamento, responsabilidade e ética são essenciais

Desde o início do ano passado, 2015, que só ouvimos falar sobre a crise que se encerra sobre o nosso país. Naturalmente que é importante acompanharmos a situação política-econômica-social que se desenrola sobre as nossa vidas, até porque temos que tomar posições e não podemos ficar alheios sobre isso. A mídia faz a sua parte ao informar a sociedade sobre tal cenário, visto que é fundamental termos acesso a informações que nos permitam tomar decisões, ou melhor, posicionamentos. Evidentemente que nosso livre-arbítrio e nosso grau de discernimento são dois pontos que consolidam nossas percepções no que diz respeito ao nosso senso de realidade, embora hajam, subliminarmente, forças que tentam desempenhar ações no sentido de “induzir” à questões diversas à realidade imposta. Aqui, cada um que faça a sua reflexão.

Teorias e conspirações à parte, é fato que a maioria das pessoas sabem o que deve ser feito para que possamos superar a crise que nos acomete. Sabemos, por exemplo, que nosso sistema político precisa ser repensado, racionalizado e responsabilizado. Que nossos sistemas previdenciário, fiscal-tributário e estrutural precisam, da mesma forma, serem reformulados, racionalizados e responsabilizados. Não são questões novas, pois temos ciência de nossas debilidades e dificuldades há muito tempo. Sabemos da obsolescência de nossas “máquinas públicas” e de suas fragilidades anêmicas e endêmicas. Entretanto, embora saibamos de tudo isso, por algum “motivo” continuamos postergando a decisão de fazer, de mudar. Outra vez, aqui cada um que pratique sua reflexão.

Já falei sobre isso em artigos anteriores onde coloquei minhas observações e expressei minhas posições. Nos artigos intitulados “A culpa é de quem?“, “Até que ponto a gestão de um país inteiro pode ficar nas mãos de políticos?” e “O bode expiatório do senso comum“, falo um pouco sobre o tema da crise. Aqui, não vou entrar em detalhes. Entretanto, tenho forte convicção de que muitas das mazelas encontradas em nossas estruturas e em nossos sistemas públicos se devem a uma falta crônica de planejamento, de responsabilidades com à ação e com o desempenho e, de compromissos com ações éticas e sustentáveis.

Portanto, entendo que o planejamento, a responsabilidade e a ética sejam os três termos principais para o alcance da mudança, do progresso. Seja no conhecimento, na sociedade ou nos negócios, esses três elementos precisam ser praticados continuamente para que não caiam no esquecimento. Aliás,  o grande desafio reside em mantê-los sobre continua vigília, monitorando-os e corrigindo-os quando se verificam situações de desvios. A tarefa não é fácil, mas precisa ser feita. Afinal, gestões precisam ser medidas e responsabilizadas pelos seus desempenhos.

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Diego Felipe Borges de Amorim
em
Bacharel em Administração - Faculdade Equipe (FAE - Sapucaia do Sul RS). Especialista em Gestão de Negócios - Universidade Luterana do Brasil (ULBRA - Canoas RS), Consultoria e Planejamento Empresarial pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Pós graduando em Planejamento Empresarial e Finanças pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Atualmente é técnico administrativo da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS). Colunista da Revista N&C e do portal Administradores.com. Profissional com experiência na iniciativa pública e privada. Acredita no poder das novas tecnologias para o avanço do conhecimento e na ruptura da forma tradicional de aprendizagem. Também acredita no poder das tecnologias livres para maior liberdade, inclusão e progresso humanos e na extrema importância da disseminação do conhecimento através de plataformas de ensino livres.

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