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Inovar é preciso. Mas, por onde começar?

Ao contrário do que muitos podem pensar, inovar não precisa ser, necessariamente, algo complexo. Como dito no artigo anterior intitulado “Por que inovar é preciso?”, a inovação pode ocorrer de diversas formas, tipos e graus. Ainda que a inovação tecnológica seja a mais perceptível e a mais disseminada no mercado e na sociedade de uma forma mais geral, podemos perceber diversas outras possibilidades em que a inovação se faz presente nas atividades mais básicas e mais triviais de nosso cotidiano, seja no lazer, no pessoal ou no profissional. Ela está lá.

Obviamente que o conceito de inovação traz consigo, automaticamente, a questão tecnológica como seu pilar fundamental. É muito simples olharmos à nossa volta e identificarmos a presença da inovação em produtos e serviços que consumimos diariamente, pois podemos percebê-la de forma física e tangencial. Portanto, quando um produto ou serviço novo é lançado no mercado, naturalmente percebemos sua “presença” e podemos atribuir algum grau de valor segundo nossas necessidades e nossos desejos como clientes e como consumidores.

Por outro lado, na “ausência de alguma forma mais evidente de medição” no que diz respeito a percepção de valor sob a ótica da sociedade consumista, as inovações de processos e as inovações organizacionais também exercem um papel de extrema relevância para a sociedade, ainda que ocorram bem longe dos holofotes do marketing de massa. Outra forma de inovação fundamental que ocorre à sombra da inovação tecnológica é a inovação de conceito, muito utilizada por empresas como Natura® e O Boticário®. O grau de alinhamento e integração dessas formas de inovação permite oferecer produtos e serviços diferenciados ao mercado, além de gerarem fontes de vantagens competitivas.

Como dizia Lavoisier: “na vida nada se cria, tudo se transforma”. Com o processo de inovação parece que esta constatação se encaixa muito bem. Embora sejamos alvejados diariamente por inovações tecnológicas, parece que este processo está voltado muito mais em direção a uma mudança de pensamento e de atitude por parte de gestores e organizações. Criatividade, flexibilidade, confiança e previsibilidade são importantes, mas não há bola de cristal capaz de resolver o problema por si só. O exercício fundamental se resume em muita responsabilidade e muito trabalho duro, além de forte compromisso com a ação. Pronto pra começar?

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Diego Felipe Borges de Amorim
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Bacharel em Administração - Faculdade Equipe (FAE - Sapucaia do Sul RS). Especialista em Gestão de Negócios - Universidade Luterana do Brasil (ULBRA - Canoas RS), Consultoria e Planejamento Empresarial pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Pós graduando em Planejamento Empresarial e Finanças pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Atualmente é técnico administrativo da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS). Colunista da Revista N&C e do portal Administradores.com. Profissional com experiência na iniciativa pública e privada. Acredita no poder das novas tecnologias para o avanço do conhecimento e na ruptura da forma tradicional de aprendizagem. Também acredita no poder das tecnologias livres para maior liberdade, inclusão e progresso humanos e na extrema importância da disseminação do conhecimento através de plataformas de ensino livres.

One comment

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